Danço...

Danço...
Não apenas por dançar;
Mas por sentir em cada partícula de meu corpo;
As notas de uma música que nunca para;
Uma música que surge dentro de mim
Cada vez que penso em dança;
Meu corpo ganha uma vida exuberante;
Um brilho que nenhum ser humano tem;
Minhas mãos falam várias línguas;
Que todos conseguem entender;
Meus pés ganham vida como se dançassem sós;
Meu corpo grita;
Todas as palavras do meu espírito;
Como se eu nunca tivesse falado;
Isso é dançar;
Isso é viver a dança;
E senti-la cada vez mais;
Isso é apenas dançar.

(Mayra Santos)

:: Postado por danimeibak às 20h12
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Sob a Luz da Fama

SUUUPER FILME!!!!

Sinopse: Um grupo de jovens se dedica exaustivamente à arte da dança, sacrificando até mesmo seus simples prazeres pessoais para treinar com o vigor de atletas olímpicos. Enquanto vivem alegrias e tristezas relacionados ao amor e à juventude, eles sonham com um lugar em uma famosa e seletiva academia de dança.

Ficha Técnica
Título Original: Center Stage
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 113 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2000
Direção: Nicholas Hytner
Roteiro: Carol Heikkinen
Produção: Laurence Mark
Música: George Fenton

Elenco
Amanda Schull (Jody Sawyer)
Zoe Saldana (Eva)
Victor Anthony (Thomas)
Susan May Pratt (Maureen)
Shakiem Evans (Erik)
Ilia Kulik (Sergei)
Sascha Radetsky (Charlie)
Peter Gallagher (Jonathan Reeves)
Donna Murphy (Juliette)
Megan Pepin (Anna)
Victoria Born (Emily)
Julie Kent (Kathleen)
Debra Monk (Nancy)
Elizabeth Hubbard (Joan Miller)
Eion Bailey (Jim)





:: Postado por danimeibak às 20h09
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WILLIS ETERNAS NA MINHA VIDA

POUTS
acabo o cuballet
e eu serei obrigada a colocar uma foto da minha apresentação perfeitaa ^^
aih vai :

:: Postado por danimeibak às 19h58
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Super dica

Maquiagem de Palco

A distância entre a platéia e o palco geralmente prejudica a visão de nossas expressões faciais. Numa apresentação de dança, a expressão é importantíssima, como forma de transmitir qualquer sentimento ao expectador. A maquiagem de palco existe para isso e também para outros casos, quando pode chegar até a fazer parte do figurino.

É importante, além de aprender, utilizar material de qualidade. A intenção da maquiagem de palco é abrir os olhos e realçar a expressão. Por isso, para cada tipo de olho (puxado, amendoado, redondo, caído) existe uma maquiagem ideal. Procure saber a forma mais adequada de fazer a sua maquiagem. E lembre-se que a prática irá aperfeiçoar sua maquiagem!

1. Espalhe pancake ou base (do tom da sua pele) por todo o rosto. Cuidado para o pescoço e o colo não ficarem com a cor diferente.
2. Contorne os olhos pelo lado de fora da pálpebra com um lápis ou delineador preto. O traço de cima nunca se encontra com o de baixo, e nos cantos de fora dos olhos alongue os dois traços paralelamente.
3.Passe a sombra colorida logo acima da pálpebra, passando o pincel de dentro para fora (no sentido do nariz para as orelhas). O colorido da sombra não deve ficar apenas acima dos olhos, mas deve alongar-se um pouquinho para os cantos de fora. (Ver desenho)
4. Entre as sombrancelhas e a sombra colorida, passe uma camada de sombra branca, espalhando no mesmo sentido.
5. Todas as formas de se alongar os cílios são válidas (curvex, cílios postiços, etc.) O rímel é obrigatório!
6. O blush deve ser passado na diagonal boca-alto da orelha. Para isso, faça bico com a boca como quem vai dar um beijo, e onde a bochecha ficar funda passe o blush. Sempre de dentro para fora.
7. Se a sua sombrancelha for muito rala ou curta, aumente-a com um lápis preto ou marrom. Lembre-se que a sombrancelha no palco deve ser realmente longa, estendendo-se além dos olhos. Nunca alongue a sombrancelha para baixo, pois você fica com cara de choro!
8. O batom também é imprescindível. Tons escuros como marrom, vinho ou roxo podem deixar a boca preta no palco, quando a luz azul é refletida.
9. Um traço de lápis branco na parte de dentro da pálpebra inferior valoriza e abre o olhar.

Uma maquiagem básica para o palco é esta mostrada abaixo, com ela não há perigo de errar. Claro que dependendo do gosto e experiência de cada um ela pode ser aperfeiçoada.

:: Postado por danimeibak às 19h56
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:: Postado por danimeibak às 20h29
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:: Postado por danimeibak às 20h28
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Quem é Ana Botafogo

A história de uma carreira de sucesso desenhada na ponta dos pés


Ana Botafogo, primeira-bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro desde 1981, ano que ingressou na importante companhia de dança brasileira após ser aprovada num concurso público, é dona de uma carreira repleta de conquistas importantes.

Apesar de nunca ter imaginado que sua estrela brilharia tanto, Ana afirma que a dança sempre foi a coisa mais importante em sua vida. Sua seriedade e comprometimento com a profissão a levaram a superar todo o tipo de obstáculos. Com seu carisma, a bailarina contagia seu público e inspira jovens bailarinas do país inteiro quando enche o palco com sua dança e magia.

Ana Botafogo iniciou seus estudos de ballet clássico ainda pequena em sua cidade natal, mas foi no exterior que ela complementou sua formação. Na Europa freqüentou a Academia Goubé na Sala Pleyel, em Paris (França), a Academia Internacional de Dança Rosella Hightower, em Cannes (França) e o Dance Center-Covent Garden, em Londres (Inglaterra).

Foi na França, mais precisamente na Ballet de Marseille, do famoso coreógrafo Roland Petit, que a bailarina brasileira dançou como profissional pela primeira vez. Suas performances no exterior incluem participações em festivais em Lausanne (Suíça), Veneza (Itália), Havana (Cuba) e na Gala Iberoamericana de La Danza, representando o Brasil, no espetáculo dirigido por Alicia Alonso, em Madrid (Espanha), realizado em comemoração aos 500 Anos do Descobrimento das Américas.

De volta ao Brasil no final da década de 70, a bailarina ainda muito jovem, foi nomeada Bailarina Principal do Teatro Guaíra (Curitiba-PR), da Associação de Ballet do Rio de Janeiro e, em 1981 juntou-se ao balé do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Ao longo de sua carreira, Ana Botafogo já interpretou os papéis principais de todos as mais importantes obras do repertório da dança clássica. Destacam-se suas performances em produções completas como Coppélia, O Quebra Nozes, Giselle, Romeu e Julieta, Don Quixote, La Fille Mal Gardée, O Lago dos Cisnes, Floresta Amazônica, A Bela Adormecida, Zorba o Grego, A Megera Domada e Eugene Onegin. A bailarina também levou para diversas capitais brasileiras os espetáculos ''Ana Botafogo In Concert'' e ''Três Momentos do Amor''.

Em 1995, na qualidade de ''étoille'' convidada da Companhia de Opera Lodz (Polônia), interpretou o papel feminino do Ballet Zorba, O Grego, dançando em várias cidades do Brasil.

Ana dançou como artista convidada de importantes Companhias de Ballet, tais como: Saddler’s Wells Royal Ballet (Inglaterra), Ballet Nacional de Cuba (Cuba), Ballet del Opera di Roma (Itália), entre outras.
Entre seus partners internacionais estão os mais expressivos nomes da dança mundial como Fernando Bujones, Julio Bocca, David Wall, Desmond Kelly, Cyril Athanassof, Alexander Godunov, Richard Cragun, Jean-Yves Lormeau, Lazaro Carreño, Tetsuya Kumakawa, Yuri Klevtsov, José Manuel Carreño e Slawomir Wozniak.

Mas suas sapatilhas conquistaram muito mais que calorosos aplausos ao redor do Brasil e do mundo. A bailarina foi presenteada pelo Governo dos Estados Unidos da América do Norte, por intermédio Comissão Fulbright e do Governo da Inglaterra, com bolsas de estudo para aperfeiçoamento da dança.

Entre os muitos títulos que recebeu do governo do Rio de Janeiro estão o de Embaixatriz da Cidade do Rio de Janeiro e o de Benemérito do Estado do Rio de Janeiro. O Ministro da Cultura da República Francesa nomeou-a em 1997 ''Chevalier Dans L'Ordre des Arts et des Lettres'' e em 1999, o Ministério da Cultura do Brasil outorgou-lhe o Troféu Mambembe referente ao ano de 1998, pelo reconhecimento ao conjunto do trabalho e divulgação da dança em todo o território nacional. Em dezembro de 2002 recebeu do Ministério da Cultura a Ordem do Mérito Cultural, na classe de Comendadora, por ter se distinguido por suas relevantes contribuições prestadas à cultura no país,e em agosto de 2004 recebeu a Medalha de Mérito Pedro Ernestro da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

Ana Botafogo é considerada, tanto pelo público como pela crítica, uma das mais importantes bailarinas brasileiras por sua técnica, versatilidade e arte.

:: Postado por danimeibak às 20h16
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:: Postado por danimeibak às 20h42
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Danço...

Danço...
Não apenas por dançar;
Mas por sentir em cada partícula de meu corpo;
As notas de uma música que nunca para;
Uma música que surge dentro de mim
Cada vez que penso em dança;
Meu corpo ganha uma vida exuberante;
Um brilho que nenhum ser humano tem;
Minhas mãos falam várias línguas;
Que todos conseguem entender;
Meus pés ganham vida como se dançassem sós;
Meu corpo grita;
Todas as palavras do meu espírito;
Como se eu nunca tivesse falado;
Isso é dançar;
Isso é viver a dança;
E senti-la cada vez mais;
Isso é apenas dançar.

:: Postado por danimeibak às 20h41
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:: Postado por danimeibak às 20h38
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Ballet Alemão

Na Alemanha nasceu a dança expressionista, que se propunha objetivar a manifestação de processos anímicos, com a superação do objeto e a renúncia a toda ilustração das sensações. A emoção é que determina a forma, espontânea entre os partidários de Wigman, e elaborada, entre os de von Laban. O bailarino clássico busca a beleza, o aluno de Wigman busca o efeito da ruptura da harmonia corporal na deformação eloqüente. No expressionismo alemão, como havia sucedido com Isadora Duncan, o peso, a gravidade, novamente se apoderam do bailarino, como uma força estética. Os estudos de Rudolf von Laban resultaram na introdução do Realismo e do Naturalismo na dança. Para van Laban, o bailarino deve sentir o gesto, pois este nasce do sentimento. Sua doutrina é essencialmente um raciocínio sistematizado. Parte da análise do movimento e considera a dança como uma arte do espaço, situando o dançarino dentro de um icosaedro. Por esse caminho, conseguiu realizar obras de alguma importância, como Agamenon. Também ele elaborou um sistema de notação da dança.
Mary Wigman, aluna de von Laban como Kurt Jooss, e ainda de Jaques-Dalcroze, influenciou toda uma geração de bailarinos. Dançou como solista em muitas cidades da Europa e dos EUA, e fixou sua escola em Dresden. Wigman queria libertar a dança da música, e exprimir o que existe de mais sensível no mais profundo do ser. Segundo sua teoria, o corpo é um instrumento completo. Assim, partia ela da dança em silêncio, com um mínimo de sonoridade, seguindo-se pouco a pouco a música. A personalidade vigorosa de Wigman afirmou-se nas coreografias para solistas mais do que nas de conjunto, e sobretudo em seus ensinamentos.
Kurt Jooss foi provavelmente o maior artista do Expressionismo alemão. Organizou uma companhia e visitou, com sucesso, diversos países. Sua criação mais conhecida é "A Mesa verde", uma sátira das conferências diplomáticas e da guerra. Seus bailados eram narrativos e a técnica empregada uma forma sintética de combinação da força e leveza do balé com a liberdade e a fluidez da dança moderna.
John Cranko - inglês da cidade do Cabo, onde produziu, aos 16 anos de idade, "The Soldier's tale", de Stravinsky, fez carreira no Sadler's Wells (Pineapple Poll, The Lady and trie fort, The Prince of trie pagodas), trabalhou por algum tempo na Ópera, de Paris, no La Scala, de Milão, e no Royal Ballet de Londres. Em 1961 assumiu a direção do balé da Ópera do Estado de Wurttem-berg, em Stuttgart, que ia fazer internacionalmente famoso. Entre seus sucessos, contam-se Romeo and Juliet, The Taming of trie shrew, Eugène Onegin.
Foi sucedido pela bailarina brasileira Marcia Haydée, geralmente aclamada como uma das grandes bailarinas contemporâneas. Na segunda metade do século a dança moderna, ou contemporânea, tem-se desenvolvido principalmente nos EUA, com Alwin Nikolais, Paul Taylor, Ted Shawn, Alvin Ailey, Ruth Sàint Denis, mas sobretudo a grande Martha Graham. Cada vez mais o balé e a dança contemporânea se interpenetram: esta usa a técnica clássica na formação de seus intérpretes e o primeiro compõe bailados cada vez mais vanguardistas. No entanto, para sua propagação e ensinamento a dança moderna ainda enfrenta um óbice: a falta de codificação e teorização. Cada mestre forma sua escola e seu grupo de passos, dando-lhes nomes peculiares.

:: Postado por danimeibak às 20h37
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:: Postado por danimeibak às 20h49
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Ballet Russo

Originado do balé francês e do italiano, principalmente de Petipa, Blasis e Cecchetti, o balé russo é dotado de uma escola técnica e de um estilo próprios. Seus princípios datam dos começos do séc. XVIII, ao tempo em que foram criadas as escolas dinamarquesa e sueca. As escolas imperiais de balé russo, de São Petersburgo, Moscou e Varsóvia, mereceram desde o início uma atenção toda especial dos czares e da aristocracia.
A organizaçâo, os métodos de ensino e o treinamento foram severos e continuamente aperfeiçoados. Tais exigências técnicas aliadas aos dotes físicos e ao temperamento do povo russo, e à riquíssima tradição de danças populares, produziram em dois séculos um balé que assombrou o mundo.
Durante mais de 100 anos, os cultores do bailado na Rússia obedeceram às normas de Paris. Seus mais importantes mestres foram: Carlo Blasis, Landet (fundador da Escola Imperial de Dança de São Petersburgo), Canziani, Didelot, Perrot, Saint-Léon e principalmente Marius Petipa, criador das imortais obras Quebra-Nozes (1892), com Cecchetti e Ivanov, O Lago dos Cisnes (1895), com Lev Ivanov, e A Bela Adormecida (1890) todos com música de Tchaikovski.
Ao mesmo tempo que a técnica francesa e a italiana eram absorvidas pelos bailarinos, formava-se um estilo russo de balé clássico, unindo e modificando os dois estilos de origem. Igualmente a música de balé ganhou seu maior compositor - Tchaikovsky, autor da maior parte dos grandes bailados russos. E Petipa preparou uma constelação de bailarinos de talento, como Gorsky, Legat, Fokine, Preobrajenska, Kchessinska, Karsavina, Chernichova. Pelas mãos de Enrico Cecchetti passaram Ana Pavlova, Mathilde Kchessinska, Olga Preobrajenska, Nicolas Legat, Lubov Egorova e Vaslaw Nijinski - os maiores nomes da dança internacional. Cecchetti criou um método e um estilo que ainda perduram.
A época imperial do balé russo culmina com a figura impressionante de Sergei Diaghilev, grande organizador, diretor do bailado russo no exterior. A ele se deve o impulso dado ao balé no inicio deste século. Inconformado com as regras dos teatros imperiais, decidiu reunir os melhores bailarinos, mestres, coreógrafos, músicos, pintores e cenógrafos russos e formou uma companhia sem igual para mostrar ao mundo a arte russa na sua totalidade. Durante vinte anos, ajudado por alguns mecenas, maravilhou o mundo inteiro e revelou talentosos dançarinos, músicos, libretistas e cenógrafos, como Nijinski, Tamara Karsavina, Olga Spesivtzeva, Natalia Dubrovska, Adolf Bolm, Aleksandra Danilova, Serge Lifar, Léonide Massine, Stravinski, Glazunov Tcherepnine, RimskiKorsakov, Benois, Bakst, Korovin, Serov, Gontcharova e muitos outras.
Fokine revolucionou a coreografia e realizou os ideais de Noverre. Seu grande mérito foi o de dar um estilo para cada balé, e fundir por completo a dança com a mímica. Para ele, a dança deveria ser interpretativa e não mera ginástica brilhante,devia mostrar o espírito dos atores no espetáculo e também a época a que pertencia o bailado. O balé não podia mais se constituir de números ou entradas, mas ter uma unidade de concepção, formada pela amálgama harmoniosa de três elementos - dança, música e artes plásticas. Fokine foi o criador do mais célebre bailado de Anna Pavlova - A Morte do cisne. Suas produções totalizam 68 bailados representados, diversos deles, ainda hoje em todo o mundo. Cada ano, Diaghilev renovava o repertório e também a cada ano o público parisiense era tomado de um novo choque. Seus bailados se tornaram mais e mais vanguardistas, e é Nijinski o iniciador do balé moderno. Embora tenha brilhado somente até os 29 anos de idade (quando enlouqueceu), Nijinski, com seus saltos aéreos, foi não somente o mais célebre bailarino de todos os tempos, como um coreógrafo inovador. Seu "Prélude a l'après-midi d'un faune" (“O repouso do Fauno” - 1912), com música de Debussy, causou sensação, e muito mais ainda "A Sagração da Primavera", com partitura de Stravinski (1913). A partir dele, os bailarinos clássicos deixaram de seguir estritamente as regras da escola e passaram à estrada aberta da livre invenção coreográfica.
Na verdade, é esse o primeiro bailado moderno, usando bailarinos da mais refinada escola clássica. Nesse bailado foram usados os métodos da eurritmia de Jaques-Dalcroze, gestos angulosos e retorcidos e os pés voltados para a frente e não para fora, como na escola acadêmica. Diaghilev montou, entre outras bailados, todos famosos ainda hoje, alguns mais conhecidos pelo nome original, outras pelo nome português: As Sílfides, Cleópatra, O Espectro da Rosa, O Festim, O Pássaro de Fogo, Danças Polovitsianas, Scheherazade, Giselle, Camaval, Petruchka, Dáfnis e Cloé, O Galo de Ouro, La Boutique Fantastique, Jeux, Parade, Pavillon d'Armide, A Lenda de José, O Chapéu de Três Bicos. Fez também a montagem de óperas.
Com a morte de Diaghilev (1929), sua companhia se desagregou, malgrado os esforços de Sergey Grigoriev e Nijinski, René Blum, diretor artístico do teatro de Monte-Carlo, assumiu a direção de um grupo de remanescentes. Ao mesmo tempo, o coronel De Basil formava em Paris companhia rival. Em 1932, os dois grupos se uniram nos Ballets Russes de Monte Carlo. Aos membros do balé de Diaghilev juntaram-se alguns elementos novos, como Tamara Toumanova, Irina Baronova e Tatiana Riabochinska. Em 1933 a companhia fez uma tounée triunfal pelos EUA, mas em 1935 cindiu-se. Com o nome de Ballets Russes du Colonel de Basil, um dos ramos partiu para a Austrália e, depois, para as Américas, do Norte e do Sul, onde se deixou ficar durante a guerra, assumindo sucessivamente os nomes de Educational Ballet e Original Ballet Russe. Em 1947 fez uma temporada de despedida no Palais de Chaillot, em Paris. O ramo que ficara em Monte Carlo permaneceu sob a direção de René Blum até a invasão alemã (1940). Blum, judeu, foi preso em Paris e morreu em Auschwitz. Com os remanescentes da companhia, Marcel Sablon constituiu, ainda na ocupação, os Nouveaux Ballets de Monte-Carlo, absorvidos (1944) pela Ballet International, do marquês de Cuevas, companhia particular sediada em New York. Surgiu, assim, o International Ballet of the Marquis of Cuevas, que fez inúmeras tournées internacionais e contribuiu para o repertório do gênero com várias obras, uma das quais pelo menos de valor perene: O Tristan Fou, de Salvador Dalí, coreografia de Massine.
Aos herdeiros de Diaghilev e a uma bailarina de gênio, Anna Pavlova, que, a partir de 1913, excursionou com companhia própria, deve-se a continuidade do balé na época.
Outros maîtres russos, radicados em Paris, tiveram também importante papel. Preobrajenska, Kchessinska, Egorova, Trefilova, Legat e Novikolf formavam grupos de jovens bailarinos. Novas obras nasceram, então: Presséflos, Choreartium, Francesca da Rimini, Sinfonia fantástica (música de Berlioz) e outras. Uma das estrelas do Coronel de Basil, no setor da dança moderna, foi Nina Verchinina, que em fins da década de 1970 ainda lecionava no Brasil.

:: Postado por danimeibak às 20h46
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:: Postado por danimeibak às 19h32
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Estilos de Ballet


O Ballet Romântico é um dos mais antigos e que se consolidaram mais cedo na história do Ballet. Esse tipo de dança atraiu muitas pessoas na época devido o Movimento Romântico Literário que ocorria na Europa na primeira metade do século XIV, já que se adequava à realidade da época, pois antes as pessoas diziam que não gostavam de Ballet porque não mostrava nada do real. Os balés que seguem a linha do Romântico pregam a magia, a delicadeza de movimentos, onde a moça protagonista é sempre frágil, delicada e apaixonada. Nesses Ballets se usam os chamados tutus românticos, saias mais longas que o tutu prato. Estas saias de tule com adornos são geralmente floridas, lembrando moças do campo. Como exemplos de Ballets Românticos podemos citar 'Giselle', 'La Fille Mal Gardée' e 'La Sylphide'.





O Ballet Clássico, ou Dança Clássica, surgiu numa época de intrigas entre os Ballets Russo e Italiano, que disputavam o título de melhor técnica do mundo. Sua principal função era expremer ao máximo a habilidade técnica dos bailarinos e bailarinas e o virtuosismo que os passos de ballet poderiam mostrar e encantar toda a platéia. Um exemplo deste virtuosismo são os 32 fouettés da bailarina Pierina Legnani em 'O Lago dos Cisnes', ato que fazia milhares de pessoas ficarem de boca aberta. Esses Ballets também se preocupavam em contar histórias que se transformaram basicamente em contos de fadas. Nestes Ballets procura-se sempre incorporar seqüências complicadas de passos, giros e movimentos que se adequem com a história e façam um conjunto perfeito. No Ballet Clássico a roupa mais comumente usada eram os tutus pratos, aquelas sainhas finas de tule, marca característica da bailarina, pois permitiam que as pernas da bailarina fossem vistas e assim ficasse mais fácil verificar se os passos estavam sendo executados corretamente. Como exemplos de Ballets Clássicos temos o já citado 'O Lago dos Cisnes' e 'A Bela Adormecida'.



O Ballet Contemporâneo, mais conhecido por Ballet Moderno, foi criado no início do século e ainda preserva o uso das pontas e gestuais ainda muito próximos do Ballet Clássico. Neste estilo de dança a coreografias começam a ter ideologias diferentes. Não há mais uma história que segue uma seqüência de fatos lógicos, mas sim muitos passos do ballet clássico misturados com sentimentos. As roupas usadas no Ballet Contemporâneo são geralmente colãs e malhas, como em uma aula normal, para dar maior liberdade de movimento aos dançarinos. É o estilo que vem antes da dança moderna, que esquecerá os passos clássicos, dando ênfase somente aos movimentos corporais. Seu principal difusor foi George Balanchine, em Nova York, com belíssimas coreografias como Serenade, Agon e Apollo.

Fonte: Site Uma bailarina

:: Postado por danimeibak às 19h27
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